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sábado, 1 de agosto de 2009

PETIC: Conceitos, Fundamentos, Guia e Sua Aplicação na Universidade Federal de Sergipe

Segue abaixo apresentação do meu trabalho final de conclusão de curso. O documento final está sendo revisado e, em breve, será publicado aqui no blog.

Título: PETIC: Conceitos, Fundamentos, Guia e Sua Aplicação na Universidade Federal de Sergipe

Resumo:
Inovações contínuas de tecnologias vêm ocorrendo nas últimas décadas, gerando uma grande quantidade de informações que trafegam rapidamente pela Internet. As organizações, inseridas nesse contexto de um mercado dinâmico, necessitam tratar a grande quantidade de informações de modo adequado para absorver somente o que lhes proporcionem vantagens em relação aos seus concorrentes, evitando um montante de informações desnecessárias. A fim de disseminar eficientemente as informações e os conhecimentos necessitamos de ferramentas apropriadas. Várias destas ferramentas são baseadas em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Apresentaremos conceitos a respeito da Tecnologia da Informação (TI) e Comunicação. Mostraremos a importância do tratamento eficaz de informação e conhecimento através da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Mostraremos a necessidade da concepção e execução do Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação (PETIC). Apresentaremos os fundamentos do PETIC. Proporemos um guia simplificado para a concepção do PETIC de forma a atender as limitações financeiras e de pessoal nas pequenas e médias empresas. Descreveremos todo o processo de documentação e implantação do guia proposto. Apresentaremos um estudo de caso na Universidade Federal de Sergipe (UFS).

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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Setor Financeiro e TIC

O crescimento econômico destacado do nosso país nos últimos anos deve-se ao grande fluxo de capital dentro das empresas devido à abertura de capital destas. Como exemplo, em 1998 o capital de participação dos grupos de investimentos em empresas nacionais era de US$ 4 bilhões, neste ano (2008) temos o montante de US$ 17 bilhões [1]. Com isso, o setor financeiro tornou-se o coração das empresas.

Ficar atento aos números tornou-se quase uma obrigação aos profissionais que desejam crescimento na carreira, por isso as organizações tem investido no aperfeiçoamento da gestão, principalmente através de programas de job rotation (profissionais trabalham rotativamente em setores distintos das organizações para ter conhecimento mais amplo do negócio). Portanto, é necessidade básica reinventar-se de acordo com as mudanças do mercado e, principalmente, saber decidir estrategicamente os caminhos para atingir as metas organizacionais.

As áreas que mais obtiveram destaque com essa mudança foram as de (i) Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), que deixou se ser suporte técnico para participar ativamente das decisões do dia-a-dia da empresa; (ii) Recursos Humanos, que passou a ter foco no desenvolvimento de lideranças capazes de acompanhar o crescimento da empresa; e (iii) Marketing, que teve de trazer um volume de informações seguras e atraentes para o consumidor em tempos de governança coorporativa.

A TIC cujo colapso é mais temido que terrorismo pelas organizações [2], deve ser gerenciada eficientemente para acompanhar todo esse processo de crescimento econômico e para que as empresas ganhem destaque diante de seus concorrentes. Pois, é através dela (TIC) que a organização busca a satisfação do cliente, principalmente com programas de Marketing de Relacionamento - por meio de informações colhidas nos Customer Relationship Management (CRM) , esta satisfação é fator essencial para o crescimento de qualquer empresa atualmente [3].

Concluindo, é destaque a importância de um Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação (PETIC) em todo esse processo devido à TIC ser peça chave na obtenção de competitividade dentro do mundo globalizado no qual nos encontramos.

Bibliografia:

[1] LOTURCO, Roseli. Admirável mercado novo.
Revista Você S.A. São Paulo, Ed. 122 "Edição Especial de Aniversário", p. 31-34, 2008.

[2] E-THESIS. Quem teme a TI? Disponível em: < http://www.e-thesis.inf.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1605&Itemid=52 >. Acessado em: 02 de Outubro de 2008.

[3] BOSCOLI, Cláudia Zucare. O que o mercado financeiro quer de TI.
Disponível em: < http://cio.uol.com.br/estrategias/2007/08/08/idgnoticia.2007-08-08.9000753118/ >. Acessado em: 02 de Outubro de 2008.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Inteligência de Mercado

Inteligência de Mercado (IC), também chamada de Inteligência Competitiva, é um processo recente de análise do mercado através de informações coletadas tanto externa quanto internamente nas organizações com o intuito de conhecer melhor o negocio e concorrentes para reduzir riscos e tomar decisões antecipadamente e, paralelamente, é importante proteger todo o conhecimento gerado.

A IC é baseada em metodologias utilizadas por órgãos de inteligência governamentais e preza pela ética com relação aos dados e informações coletados, isto é, tenta-se, ao máximo, coibir o acesso a qualquer dado/informação de forma ilegal (espionagem), porém fica a cargo do próprio profissional, que pode seguir o Código de Ética e Conduta da Associação Brasileira dos Analistas de Inteligência Competitiva (Abraic).

Para se ter uma IC forte necessita-se da [1] Ciência da Computação, principalmente para tratar informações formais; da [2] Tecnologia da Informação e Comunicação, com destaque aos sistemas CRM e Data Warehouse; e da [3] Administração, devido a objetivar estratégias, marketing e gestão.

Portanto a Inteligência Competitiva deve ser um dos primeiros investimentos necessários para se obter vantagens competitivas no mercado que vivemos atualmente, por isso, torna-se importante um Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação (PETIC) bem estruturado para auxiliar neste processo.

Bibliografia:

BOTTONI, Fernanda. Visão Ampliada. Revista Você S.A. São Paulo, Ed. 122, p. 70-71, 2008.

DIAS, Roberto Carvalho. A empresa tem que estar preparada para o novo consumidor. Disponível em: < http://www.itcon.com.br/artigo1.html >. Acessado em: 19 de Setembro de 2008.

Associação Brasileira dos Analistas de Inteligência Competitiva. Perguntas Freqüentes sobre Inteligência Competitiva. Disponível em: < http://www.abraic.org.br/site/faqs.asp >. Acessado em: 19 de Setembro de 2008.

Internews Management. Inteligência Competitiva. Disponível em: < http://www.internews.jor.br/Eventos/06/management/27INTELIGENCIA_COMPETITIVA_070606/programa.asp > . Acessado em: 19 de Setembro de 2008.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Sistemas de Conhecimento

Como havia falado anteriormente, os Sistemas de Conhecimento (SC) tornaram-se fatores chaves para que uma organização tenha toda uma vantagem competitiva desde que a TI seja aplicada corretamente nesses. Os SC, por serem recentes, ganharam grande valor organizacional devido ao desafio de serem implementados. Eles manipulam ou geram conhecimentos a partir de bases de conhecimento, que são os locais onde são "depositados" os conhecimentos expressos em dados, organizados para contribuir com as organizações, principalmente nos seu capital humano, e com a sociedade. Portanto, a TI fica responsável pela sinergia entre a base e os sistemas de conhecimento, como também com os vários sistemas de informação, ou seja, pelas atividades de geração, troca e integração dos dados.



Imagem: Selner, Claudiomir. MÉTODO PARA ANÁLISE DE SISTEMAS DE CONHECIMENTO, INSPIRADO NO PRÍNCIPIO DA COMPLEMENTARIDADE DE NIELS BOHR